Leituras5 min de leitura
As referências por trás do guia
Livros, guias e pesquisas relacionados a cada parte do site, com uma indicação do que procurar em cada leitura.
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Encontrar e esclarecer a regraEscolher os testesDiscutir requisitos com exemplosCuidar da conversa e do vocabulárioRetomar o que foi aprendidoReferências do produtoEste guia parte de um problema de trabalho: precisar testar um produto antes de conhecer bem o negócio. As referências entram onde ajudam a investigar uma dúvida, escolher um teste, conversar com o time ou retomar o que foi aprendido.
Você pode começar pelo assunto da sua tarefa. Não precisa ler todos os livros para usar uma tabela de decisão ou levar um exemplo ao refinamento.
Encontrar e esclarecer a regra
O IIBA reúne no BABOK Guide técnicas como entrevistas, observação e análise documental. Elas ajudam a escolher como obter informação: perguntar a quem conhece o processo, acompanhar o trabalho ou examinar um registro existente. Essa é a ligação com os textos sobre investigar sem PO e ler documentação.
O Padrão Central de Análise de Negócios em português apresenta os fundamentos da disciplina. O glossário oficial serve para consultar os termos. Os dois têm funções diferentes do BABOK completo, disponível pela livraria do IIBA.
Em Exploring Requirements: Quality Before Design, Donald Gause e Gerald Weinberg tratam da descoberta e do esclarecimento de requisitos. É uma leitura relacionada às perguntas que destravam uma regra, especialmente quando você ainda precisa entender quem usa o produto e qual problema ele resolve.
Escolher os testes
O Certified Tester Foundation Level Syllabus, do ISTQB, descreve as técnicas de teste usadas aqui. A versão em português disponibilizada pelo BSTQB permite consultar análise de valor-limite, tabela de decisão, transição de estados e teste exploratório. Comece pela seção da técnica que responde à sua dúvida.
Elisabeth Hendrickson, em Explore It!, aprofunda a exploração de software. É uma continuação para quem quer melhorar a escolha do próximo experimento e o registro das descobertas de uma sessão exploratória.
Lessons Learned in Software Testing, de Cem Kaner, James Bach e Bret Pettichord, reúne lições sobre o trabalho de teste, incluindo a comunicação de problemas. Perfect Software and Other Illusions about Testing, de Gerald Weinberg, discute expectativas sobre teste e a informação que ele oferece às decisões do projeto.
Discutir requisitos com exemplos
Gojko Adzic reúne em Specification by Example experiências de equipes que trabalham com exemplos para especificar e testar software. A relação com este guia está em tornar o entendimento discutível: em vez de encerrar a conversa numa frase genérica, o grupo compara resultados para casos concretos.
Matt Wynne apresenta o Example Mapping na documentação do Cucumber. A técnica organiza história, regras, exemplos e perguntas. O artigo deste site explica como conduzir a conversa usando uma reserva de sala como exemplo. Discovery: Explore behaviour using examples, de Gáspár Nagy e Seb Rose, aprofunda esse trabalho de descoberta.
Lisa Crispin e Janet Gregory, em Agile Testing, tratam do teste como parte do trabalho do time. Essa perspectiva ajuda a entender a participação do QA na discussão de requisitos, junto com negócio e desenvolvimento.
Cuidar da conversa e do vocabulário
Em The Mom Test, Rob Fitzpatrick propõe conversas com clientes baseadas em situações concretas, evitando depender de elogios ou intenções hipotéticas. Essa orientação ajuda ao pedir ao suporte o último caso que deu trabalho. Para decidir o comportamento de uma versão futura, ainda será necessário discutir o que o produto deverá fazer.
Eric Evans, em Domain-Driven Design, trabalha a linguagem ubíqua e os contextos em que um modelo se aplica. O texto sobre linguagem do domínio aproveita essa ideia para investigar palavras que parecem iguais, mas orientam decisões diferentes. Um glossário com exemplos pode ser um começo para essa conversa.
Humble Inquiry, de Edgar Schein, trata da disposição para perguntar e aprender com o outro. Conversas difíceis, de Douglas Stone, Bruce Patton e Sheila Heen, e Conversas decisivas, de Kerry Patterson e coautores, abordam conversas em que há tensão e desacordo. Em Comunicação Não Violenta, Marshall Rosenberg distingue observação e avaliação. São leituras para aprofundar a comunicação de divergências, conforme a dificuldade que você encontra no trabalho.
Retomar o que foi aprendido
Duas referências ajudam a entender a proposta de tentar explicar antes de consultar.
Henry Roediger e Jeffrey Karpicke publicaram Test-Enhanced Learning: Taking Memory Tests Improves Long-Term Retention em 2006. O estudo compara condições de estudo e recuperação de textos, examinando a retenção posterior. Aqui, teste de memória significa tentar lembrar o conteúdo aprendido.
John Dunlosky, Katherine Rawson, Elizabeth Marsh, Mitchell Nathan e Daniel Willingham publicaram em 2013 Improving Students’ Learning With Effective Learning Techniques. A revisão examina dez técnicas e avalia favoravelmente a prática de recuperação e a distribuição do estudo ao longo do tempo.
Essas pesquisas tratam de aprendizagem. No site, elas fundamentam essa parte específica da proposta: recuperar uma explicação, conferir e voltar a ela depois. A escolha dos exemplos, dos testes e dos responsáveis pela regra vem da investigação do produto.
Referências do produto
Uma leitura sobre testes ensina a organizar a investigação; o resultado esperado de uma tarefa vem das regras que se aplicam ao produto. Por isso os casos do site mantêm documentos, decisões e perguntas junto dos exemplos.
No caso Rafael, a NR-7 aparece como uma fonte a ser consultada com quem responde pela aplicação da exigência. O caso se concentra na diferença entre abrir uma revisão no sistema e concluir as etapas necessárias à mudança de atividade. A proposta para essas etapas continua pendente na história.
Leve esta prática para uma decisão da sua tarefa.
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